
Precisamos ter uma sensibilidade além da nossa natureza, para assim compreendermos e sentir a força que brota dentro de nós, que se chama: amor.
Há muitos seres humanos que vivem semelhantes aos animais, se é que os animais não se sentirão feridos com a invasão dos humanos em sua forma de vida, em outras palavras, muitos seres humanos então em assídua disputa com os animais que matam para sobreviver, ao passo de muitas almas obscuras, as quais cometem de contínuas atrocidades irrevogáveis... Sabemos que somos animais, mas Deus nos deus inteligência. Por que agimos dessa forma, derramamos sangues humanos? Geralmente, quando a gente passa a agir de tal modo sem sequer tocar a sua alma um pouco de remorso, é porque a consciência já não está respondendo as questões referentes à solidez humana; expectativas essas, as quais necessitaram para complementar a célula vida. Muitas vezes somos tomados, embriagados de sentimentos inanimados, mas que nem percebemos, porque estamos excluindo a gente de nós mesmos, e buscando outra identidade para nos satisfazer...

Na minha forma de pensar, ver e sentir, muitas pessoas são atiradas no precipício dos seus medos e fraquezas, descrença e insensibilidade, por motivo de não respeitar, levar em consideração as leis que foram incorporadas a cada um desde o nascimento ou ‘renascença’. Se uma pessoa não respeita a si mesmo, o que devemos esperar dela? O prazer é bom, desde quando se torne amor, porém quando é vulgarizado, perde-se a sua essência humana e se torna um ato selvagem. O cuidado pelos outros revela em nós um amor misericordioso, o qual é inserido pala nossas escolhas em obediência a Esse Tal Amor, que tanto pode ser mostrado nos pormenores da vida como nas magníficas obras do infinito.
14/04/2010
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